Curso “Eletroencefalograma: da rotina à monitorização contínua” reúne especialistas em São Paulo

23 de setembro de 2017

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Mais de 100 profissionais, entre Neurologistas, Neuropediatras, Neurocirurgiões e técnicos de EEG se reuniram em São Paulo no último dia 23 de setembro para participar do curso “Eletroencefalograma: da rotina à monitorização contínua”, idealizado pela Liga Brasileira de Epilepsia (LBE), Sociedade Brasileira de Neurofisiologia Clínica (SBNC) e Neurovirtual.

Elaborado pela Dra. Elza Márcia Yacubian (UNIFESP) e pelo Dr. Luis Otávio Caboclo (Chefe da Neurofisiologia do HIAE – Hospital Israelita Albert Einstein), o objetivo do curso foi promover o aperfeiçoamento teórico e prático de profissionais que realizam exames de EEG. “O eletroencefalograma é insubstituível na neurologia e tem tido um desenvolvimento considerável com o surgimento de uma nova especialidade: o eletroencefalograma em unidade de tratamento intensivo, de significado ímpar para o diagnóstico dos pacientes neurológicos em geral”, afirmou a Dra. Elza Márcia, professora de neurologia da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo).

Durante o evento, os participantes puderam conhecer os equipamentos de alta tecnologia da Neurovirtual. Destaque para o BWIII EEG Plus ICU, um equipamento completo que possibilita ao usuário executar o EEG clínico, Vídeo EEG e Monitorização contínua a partir do mesmo hardware. A verificação de impedância integrada diretamente do amplificador permite que os técnicos chequem o estado da impedância sem ter que sair do lado do paciente.

O curso teve duração de um dia e as palestras, bastantedinâmicas, tiveram duração de cerca de meia hora cada, as quais foram realizadas no período da manhã. A Dra. Elza Márcia Yacubian falou, entre outros temas, sobre técnicas de ativação, hiperventilação e fotostimulação, da atividade epileptiforme e das indicações do EEG segundo síndrome epiléptica.
O Dr. Luis Otavio Cabloco, do Hospital Albert Einstein, discutiu com os participantes o consenso de nomenclatura, e a Dra. Mirian Guaranha (Médica no Hospital Sírio Libanês e professora da UNIFESP) trouxe o tema: “Artefatos: como identificá-los e corrigi-los”. Segundo a neuropediatra Dra. Paula Girotto (Médica do Hospital Infantil Sabará, em São Paulo), palestrante que abriu o evento com a apresentação: Introdução ao EEG – Técnica 10-20 e 10-10. Por que medir? Eletrodos especiais, “a interação entre médicos e técnicos melhora muito a aquisição do eletroencéfalo e melhora bastante a qualidade dos laudos também”.
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Logo após o almoço, todos se organizaram para o curso prático, que testou o conhecimento dos participantes e possibilitou a troca de experiências e informações entre eles.
A presidente da Liga Brasileira de Epilepsia, Dra. Maria Luiza Manreza, elogiou o fato do curso ser extremamente  prático “No curso foram ressaltados os principais fatores que devem ser pesquisados e analisados no eletroencefalograma, e também foram mostradas as dificuldades na interpretação deste exame”, completa.
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“Nosso objetivo é promover o aperfeiçoamento teórico e prático de profissionais que realizam exames de EEG, com ferramentas e informações que causem um impacto positivo na rotina dos pacientes e seus familiares.”, expressa Ed Faria, CEO da Neurovirtual.Neurovitual_principal

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