{"id":814889,"date":"2022-04-29T18:10:43","date_gmt":"2022-04-29T21:10:43","guid":{"rendered":"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/?p=814889"},"modified":"2022-04-29T18:10:46","modified_gmt":"2022-04-29T21:10:46","slug":"terapia-e-pesquisa-inovadoras-a-experiencia-do-dr-daniel-san-juan-no-mundo-da-neurociencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/terapia-e-pesquisa-inovadoras-a-experiencia-do-dr-daniel-san-juan-no-mundo-da-neurociencia\/","title":{"rendered":"Terapia e pesquisa inovadoras: A experi\u00eancia do Dr. Daniel San Juan no mundo da Neuroci\u00eancia"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"El Dr. Daniel San Juan explica su experiencia trabajando durante la pandemia en M\u00e9xico\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/z-i-AFKxOf4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>Neurovirtual: Ol\u00e1, Dr. Daniel. Em primeiro lugar, gostar\u00edamos de agradecer em nome da Neurovirtual por ter aceito nossa entrevista. Para come\u00e7ar, poderia nos contar um pouco sobre sua forma\u00e7\u00e3o profissional e acad\u00eamica?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. Daniel San Juan<\/strong>: Muito obrigado pelo convite da Neurovirtual para contar um pouco sobre minha trajet\u00f3ria profissional como Neurologista de adultos, Neurologista Cl\u00ednico e Epileptologista. Durante todos esses anos de forma\u00e7\u00e3o em universidades no M\u00e9xico, atrav\u00e9s da Universidade Nacional Aut\u00f4noma do M\u00e9xico, da Universidade de Harvard, nos EUA, e depois com meu mestrado na Alemanha, tive a oportunidade de adquirir as habilidades e conhecimentos necess\u00e1rios para tratar de forma abrangente os pacientes neurol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Como foi sua experi\u00eancia como presidente da Sociedade Mexicana de Neurofisiologia Cl\u00ednica?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Particularmente, foi uma honra presidir a Sociedade Mexicana de Neurofisiologia Cl\u00ednica, que possui uma longa tradi\u00e7\u00e3o na \u00e1rea. A prop\u00f3sito, durante meu per\u00edodo como presidente, completaram-se cinquenta anos dessa institui\u00e7\u00e3o. Atrav\u00e9s do contato direto com meus companheiros mexicanos, tive a oportunidade de obter uma vis\u00e3o geral sobre o estado atual da neurofisiologia. Al\u00e9m dos desafios que ela possui e tamb\u00e9m as oportunidades que existem para melhor\u00e1-la. Foi uma experi\u00eancia verdadeiramente enriquecedora tanto pessoal, quanto profissional. E tamb\u00e9m acad\u00eamica, que \u00e9 o objetivo da Sociedade.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Qual foi sua experi\u00eancia como pesquisador do Instituto Nacional de Neurologia e Neurofisiologia do M\u00e9xico?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ<\/strong>: O Instituto Nacional de Neurologia \u00e9 um centro neurol\u00f3gico de alto n\u00edvel. \u00c9 um dos centros de excel\u00eancia em Neurologia na Am\u00e9rica Latina. Foi uma honra que, quando comecei a trabalhar neste instituto em 2008, eu tenha tido acesso a todas essas pesquisas que possu\u00edam como objetivo o estudo do sistema nervoso em seres humanos. Al\u00e9m disso, tive a oportunidade de aprender sobre pesquisas pr\u00e9-cl\u00ednicas e em animais. \u00c9 importante destacar que \u00e9 dif\u00edcil que outra institui\u00e7\u00e3o, no M\u00e9xico ou na Am\u00e9rica Latina, concentre tantas pesquisas sobre as principais doen\u00e7as neurol\u00f3gicas que afetam os mexicanos. Ent\u00e3o acredito que tenha sido enriquecedor para minha forma\u00e7\u00e3o n\u00e3o s\u00f3 como cientista, mas tamb\u00e9m como acad\u00eamico e administrador.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Como membro ativo no desenvolvimento de pesquisas cient\u00edficas em torno da neurologia e neurofisiologia, quais s\u00e3os os desafios enfrentados atualmente e como os enfrenta? Pode-se realizar mais pesquisas sobre neurologia, epilepsia e neurocirurgia?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ<\/strong>: Sim, h\u00e1 muitos desafios que as pesquisas em neuroci\u00eancia cl\u00ednica ainda enfrentam. No Instituto Nacional de Neurologia, realizam-se pesquisas voltadas aos tr\u00eas principais ramos da neuroci\u00eancia cl\u00ednica: psiquiatria, neurologia e neurocirurgia. Cada um deles \u00e9 particular, com abordagens diferentes, mas os problemas neurol\u00f3gicos s\u00e3o semelhantes. Temos, por exemplo, a doen\u00e7a de Alzheimer, doen\u00e7as vasculares e cerebrais da neurologia. Apesar de n\u00e3o serem t\u00e3o frequentes globalmente, o manejo de tumores cerebrais pela neurocirurgia tamb\u00e9m \u00e9 um desafio que continua vigente. Acredito que a infraestrutura \u00e9 um elemento importante, tanto quanto os recursos humanos e a forma\u00e7\u00e3o. \u00c9 necess\u00e1rio que os m\u00e9dicos especialistas tenham tempo para realizar pesquisas e contru\u00ed-las em alto n\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<p>As institui\u00e7\u00f5es governamentais, incluindo as p\u00fablicas, tamb\u00e9m precisam de investimento para sua manuten\u00e7\u00e3o. Isso tem a ver com os recursos que cada pa\u00eds disp\u00f5e, sejam eles econ\u00f4micos ou de financiamento para projetos de ponta.<\/p>\n\n\n\n<p>Acredito que esses sejam esses os elementos mais importantes para determinar que um grupo de pesquisadores, neste caso, tenha acesso aos pacientes e possa realizar pesquisas: recursos tecnol\u00f3gicos, capacita\u00e7\u00e3o e n\u00famero de profissionais. Al\u00e9m de um financiamento que permita sustentar estas investiga\u00e7\u00f5es a curto ou a longo prazo.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Doutor, entre as suas mais de setenta publica\u00e7\u00f5es sobre neuroci\u00eancia, qual voc\u00ea considera ter sido a mais desafiadora?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> \u00c9 uma pergunta interessante porque acho que tamb\u00e9m tem a ver com o desenvolvimento profissional. Provavelmente a primeira me pareceu mais desafiadora porque eu estava aprendendo. Mas \u00e0 medida que voc\u00ea progride, ela segue a mesma curva do aprendizado. Atualmente, creio que sejam os ensaios cl\u00ednicos que \u00e9 onde envolvemos seres humanos, especialmente as crian\u00e7as. Ainda mais quando tenho que realizar interven\u00e7\u00f5es. Essas s\u00e3o as mais desafiadoras porque existem muitos desafios cient\u00edficos, acad\u00eamicos, \u00e9ticos, de precau\u00e7\u00e3o e seguran\u00e7a&nbsp; que precisam ser feitos.<\/p>\n\n\n\n<p>Foram realizadas interven\u00e7\u00f5es -farmacol\u00f3gicas e n\u00e3o farmacol\u00f3gicas- que s\u00e3o realmente o \u00e1pice e que geraram um desafio muito grande para o pesquisador. N\u00e3o s\u00f3 para mim, mas para todos aqueles que est\u00e3o envolvidos na pesquisa. Bem, hoje n\u00e3o se fazem investiga\u00e7\u00f5es \u00fanicas, \u00e9 preciso coordenar equipes de pesquisa cient\u00edfica e internacionais, o que prop\u00f5e um desafio ainda maior do que realiz\u00e1-las localmente.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Sobre sua publica\u00e7\u00e3o, \u201cEstimula\u00e7\u00e3o cat\u00f3dica transcraniana por corrente cont\u00ednua na epilepsia refrat\u00e1ria: uma terapia de neuromodula\u00e7\u00e3o n\u00e3o invasiva\u201d, publicada pelo Jornal Americano de Neuropsicologia Cl\u00ednica, poderia comentar como essa terapia de neuromodula\u00e7\u00e3o \u00e9 realizada?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Claro! Essa terapia \u00e9 inovadora, experimental e n\u00e3o invasiva, como o pr\u00f3prio nome diz. Ela possui uma longa hist\u00f3ria e permite que a atividade cerebral seja modulada. Ao voltar ao M\u00e9xico em 2008, depois dos meus estudos na Universidade de Harvard, vi que n\u00e3o haviam recursos para tratamentos acess\u00edvel aos pacientes com epilepsia de dif\u00edcil controle. Fizemos, ent\u00e3o, uma colabora\u00e7\u00e3o com os mesmos professores de Harvard para viabilizar a implementa\u00e7\u00e3o dessa tecnologia experimental em nossos pacientes. Em 2011, tratamos pela primeira vez pacientes com encefalite de Rasmussen, que \u00e9 uma forma grave e progressiva de encefalite, e os resultados foram positivos. O tratamento foi replicado na Turquia e na Alemanha. Como \u00e9 raro, ou melhor, n\u00e3o \u00e9 t\u00e3o f\u00e1cil conseguir pacientes que recebam esse tratamento, fizemos este estudo agora em colabora\u00e7\u00e3o com o Boston&#8217;s Children Hospital. Esse \u00e9 o que est\u00e1 publicado no Jornal de Neuropsicologia Cl\u00ednica, nos Estados Unidos. Inclu\u00edmos pacientes que s\u00e3o muito mais comuns, crian\u00e7as e tamb\u00e9m adultos. O que descobrimos \u00e9 que \u00e9 uma terapia segura e eficaz.<\/p>\n\n\n\n<p>De fato, a redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de crises nesses pacientes \u00e9 em torno de 40%. Com os quais os novos medicamentos somados ao tratamento n\u00e3o ofereciam tantos efeitos de redu\u00e7\u00e3o do n\u00famero de crises. Ent\u00e3o parece ser uma boa op\u00e7\u00e3o. Ali\u00e1s, esse \u00e9 o ponto importante para convencer a comunidade cient\u00edfica de que \u201cest\u00e1 surtindo efeito\u201d. Acreditamos que esta \u00e9 uma publica\u00e7\u00e3o importante porque \u00e9 internacional, multic\u00eantrica e tamb\u00e9m inclui crian\u00e7as.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Doutor, e que hip\u00f3tese esta pesquisa prop\u00f5e?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> O que est\u00e1 no cerne de pesquisas desse tipo sobre neuromodula\u00e7\u00e3o \u00e9 que possamos alterar ou inibir a \u00e1rea que tem maior atividade epil\u00e9ptica. E com isso, \u00e9 poss\u00edvel diminuir o n\u00famero de crises convulsivas dos pacientes. Mais interessante do que ver os fen\u00f4menos circundantes, \u00e9 que os pacientes tenham menos crises. E o ponto-chave que estabelecemos foi de at\u00e9 50%, o que n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil de alcan\u00e7ar.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Doutor, voc\u00ea poderia nos contar sobre o convite para ser editor do Jornal de Neuropsicologia Cl\u00ednica, nos Estados Unidos?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Claro. Sou um membro ativo e agora parceiro da Sociedade Americana de Neurofisiologia Cl\u00ednica desde que voltei dos Estados Unidos. Tive a oportunidade de ser professor nos Congressos anuais da Sociedade. Em um deles, onde apresent\u00e1vamos um simp\u00f3sio voltado para essas terapias experimentais n\u00e3o invasivas de modula\u00e7\u00e3o cerebral, surgiu a ideia de que isso pudesse ser colocado em papel. O editor-chefe, Dr. Hossa\u00edn, fez este convite pessoalmente a todos os membros do painel que eram mexicanos. E, obviamente, a um representante dos Estados Unidos. Pois bem, agora est\u00e1 l\u00e1, em papel, para que todos &#8211; mesmo aqueles que n\u00e3o participaram da confer\u00eancia &#8211; possam ter acesso a essas informa\u00e7\u00f5es, ideias, desafios e desenvolvimentos que a neuromodula\u00e7\u00e3o n\u00e3o invasiva implica hoje.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Este \u00e9 um tratamento alternativo \u00e0 cirurgia? Para que tipos de epilepsia podemos considerar a neuromodula\u00e7\u00e3o?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Neste volume em particular, sugerimos que possa ser aplicado para epilepsias focais. Ainda n\u00e3o \u00e9 uma terapia comprovada e, portanto, n\u00e3o deve atrasar um paciente candidato a cirurgia de epilepsia. Por\u00e9m, infelizmente, nem todos os pacientes s\u00e3o candidatos a cirurgia de epilepsia. Alguns sequer s\u00e3o avaliados para isso. Sejam por mitos, riscos ou falta de refer\u00eancia dos m\u00e9dicos. Portanto, constitui uma terapia que no futuro pretende ser uma alternativa para alguns pacientes selecionados. N\u00e3o para todos.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Em que casos \u00e9 recomendado que o paciente seja operado para tratar a epilepsia? Essa recomenda\u00e7\u00e3o de cirurgia muda de acordo com a idade do paciente?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Esta \u00e9 uma quest\u00e3o muito importante porque j\u00e1 foi discutido que pacientes podem ser operados em muitas idades. No entanto, nos extremos da vida \u00e9 muito mais dif\u00edcil, por exemplo, em rec\u00e9m-nascidos ou em pacientes com mais de 65 anos. Por raz\u00f5es m\u00e9dicas e anest\u00e9sicas, n\u00e3o por quest\u00f5es neurol\u00f3gicas.<\/p>\n\n\n\n<p>A maioria dos pacientes, infelizmente, possuem uma m\u00e9dia de 19 a 20 anos de atraso na avalia\u00e7\u00e3o para cirurgia de epilepsia. Por\u00e9m, se um paciente tem\u2026 primeiro crit\u00e9rio: ter epilepsia que n\u00e3o pode ser controlada com drogas antiepil\u00e9pticas, seria um candidato a ser avaliado.<\/p>\n\n\n\n<p>Em segundo lugar, se na avalia\u00e7\u00e3o abrangente resulta que os estudos mostram todas as anormalidades, tanto por neuroimagem, quanto por achados cl\u00ednicos e eletroencefalogr\u00e1ficos, indica que existe uma \u00e1rea respons\u00e1vel pela gera\u00e7\u00e3o de todas as crises, e ela pode ser removida. Colocando numa balan\u00e7a: adicionar um antiepil\u00e9ptico nessas condi\u00e7\u00f5es, mesmo que seja muito novo, oferece 2% de liberdade de convuls\u00e3o. Mas talvez com cirurgia, na melhor das hip\u00f3teses, traga 80%. Al\u00e9m de abrir a possibilidade de cura.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Voc\u00ea recomendaria o Neurovirtual para outro colega?<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p><strong>Dr. DSJ:<\/strong> Sim. Na verdade, foi outro colega que tamb\u00e9m me recomendou. Acho que a maneira como esses equipamentos podem ser promovidos ou recomendados \u00e9 basicamente atrav\u00e9s do \u201ccomo funciona\u201d. N\u00e3o h\u00e1 muitos neurofisiologistas nos pa\u00edses, mesmo nos Estados Unidos n\u00e3o \u00e9 um grupo muito grande, embora seja um das maiores do mundo. Por isso, a recomenda\u00e7\u00e3o que se d\u00e1 de pessoa para pessoa ou quando vemos estudos que foram realizados com equipamentos Neurovirtuais com evid\u00eancias de que s\u00e3o de alta qualidade, que permitem o processamento de dados, s\u00e3o pontos que nos permitem usar e recomendar esses tipos de dispositivos. N\u00e3o s\u00f3 o padr\u00e3o, mas outras op\u00e7\u00f5es oferecidas pela empresa.<\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\"><em>NV: Doutor, com essa pergunta encerramos nossa entrevista. Mais uma vez, obrigado pelo seu tempo e por ter aceitado.<\/em><\/h3>\n\n\n\n<p>Dr. DSJ: Muito obrigado \u00e0 Neurovirtual pelo convite. E a todos os meus colegas neurofisiologistas e interessados \u200b\u200bna neuroci\u00eancia cl\u00ednica e na an\u00e1lise particular das fun\u00e7\u00f5es cerebrais, estes dispositivos que permitem o registo da atividade cerebral e o diagn\u00f3stico e modifica\u00e7\u00e3o no tratamento s\u00e3o altamente recomendados, confi\u00e1veis \u200b\u200be permitem flexibilidade ao seu dia-a-dia. Muito obrigado.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator\"\/>\n\n\n\n<p><a><\/a><\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neurovirtual: Ol\u00e1, Dr. Daniel. 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