{"id":783447,"date":"2018-02-23T15:08:19","date_gmt":"2018-02-23T18:08:19","guid":{"rendered":"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/?p=783447"},"modified":"2022-09-30T14:00:12","modified_gmt":"2022-09-30T17:00:12","slug":"entrevista-com-o-dr-diego-borreguero-diretor-do-instituto-de-investigacoes-do-sono-da-espanha","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/entrevista-com-o-dr-diego-borreguero-diretor-do-instituto-de-investigacoes-do-sono-da-espanha\/","title":{"rendered":"Entrevista com o DR. DIEGO GARC\u00cdA BORREGUERO, diretor do Instituto de Investiga\u00e7\u00f5es do Sono da Espanha"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-image\"><figure class=\"aligncenter\"><a href=\"https:\/\/sleepinstitute.eu\/dr-diego-garcia-borreguero\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><img decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"279\" src=\"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Dr.-Diego-Borregero_capa-2.png\" alt=\"Dr. Diego Borregero_capa 2\" class=\"wp-image-783485\" srcset=\"https:\/\/neurovirtual.com\/br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Dr.-Diego-Borregero_capa-2.png 1000w, https:\/\/neurovirtual.com\/br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Dr.-Diego-Borregero_capa-2-300x84.png 300w, https:\/\/neurovirtual.com\/br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Dr.-Diego-Borregero_capa-2-896x250.png 896w, https:\/\/neurovirtual.com\/br\/wp-content\/uploads\/2018\/02\/Dr.-Diego-Borregero_capa-2-460x128.png 460w\" sizes=\"(max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/figure><\/div>\n\n\n\n<p><em>\u201cDentro do amplo campo dos transtornos de movimento durante o sono, o mais frequente de todos, o mais importante no que se refere a consequ\u00eancias para a sa\u00fade, \u00e9 a S\u00edndrome das Pernas Inquietas&#8230;\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p>Sou neurologista, psiquiatra e especialista em sono. Comecei nesta \u00e1rea ao concluir meu doutorado e minha especializa\u00e7\u00e3o no instituto Max-Planck de Munique (Alemanha), e posteriormente fiz uma subespecializa\u00e7\u00e3o em medicina do sono nos Estados Unidos, onde estive por cinco anos trabalhando com o National Institute of Health de Bethesda e com a Universidade de Georgetown. Posteriormente retornei \u00e0 Espanha no ano de 1995, a partir desse momento dirigi a Unidade de Sono da funda\u00e7\u00e3o Jimin\u00e9z D\u00edaz durante dez anos, e posteriormente, desde 2005, criei o Instituto de Investiga\u00e7\u00f5es do Sono. Minha \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o est\u00e1 centrada em transtornos de movimento durante o sono, em que temos uma posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a entre os centros mais reconhecidos do mundo; do ponto de vista assistencial, temos o principal centro privado de sono na Espanha, realizamos mais de mil polissonografias ao ano e temos uma ampla base de pacientes dentro do setor privado em Madri.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed-youtube wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\" align=\"center\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"Dr. Diego Garc\u00eda-Borreguero - Spain\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/RACXbTgWyl4?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p><strong><a href=\"https:\/\/sleepinstitute.eu\/dr-diego-garcia-borreguero\/\" target=\"_blank\" data-type=\"URL\" data-id=\"https:\/\/sleepinstitute.eu\/dr-diego-garcia-borreguero\/\" rel=\"noreferrer noopener\">DR. DIEGO GARC\u00cdA BORREGUERO,<\/a><\/strong> <strong>sua trajet\u00f3ria tanto acad\u00eamica quanto profissional traz experi\u00eancias importantes em diversos pa\u00edses, tanto na Europa quanto na Am\u00e9rica do Norte e na \u00c1sia, onde voc\u00ea j\u00e1 participou de eventos e confer\u00eancias. Como voc\u00ea v\u00ea a evolu\u00e7\u00e3o dos estudos da medicina do sono ao redor do mundo? H\u00e1 algum pa\u00eds que se destaca neste tema?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Existe sempre uma certa disputa acerca de onde come\u00e7ou a medicina do sono. Os europeus a atribuem a si mesmos, os americanos a si mesmos, e ambos contam a hist\u00f3ria como se do outro lado nada houvesse existido. Provavelmente, a medicina do sono come\u00e7ou, ao mesmo tempo, em v\u00e1rios lugares; o que acontece \u00e9 que a medicina do sono passou a ser algo que s\u00f3 interessava aos eruditos, quer dizer, a pessoas interessadas fundamentalmente na \u00e1rea de investiga\u00e7\u00e3o. A medicina do sono sofre uma mudan\u00e7a importante no final dos anos 70, em que se desenvolve o conceito de centros de medicina do sono como centros assistenciais, que inicialmente se dedicavam exclusivamente a tratar de uma doen\u00e7a, de transtornos respirat\u00f3rios durante o sono, principalmente a apneia do sono. Mas, com o tempo, ao investigar o sono, se passou a prestar mais aten\u00e7\u00e3o ao fato de que existia uma grande variedade de patologias que poderiam ter repercuss\u00f5es globais para a sa\u00fade; na \u00e1rea de medicina do sono se descobriu, ao final dos anos 80, o transtorno de comportamento durante o sono REM, e posteriormente se h\u00e1 percebido que essa doen\u00e7a \u00e9 um sintoma precoce da apari\u00e7\u00e3o de Parkinson, quer dizer, uma doen\u00e7a neurol\u00f3gica que atinge 1% da popula\u00e7\u00e3o. Me refiro ao transtorno de comportamento&nbsp;durante o sono REM, e que n\u00e3o havia sido descoberto at\u00e9 meados dos anos 80; utilizo-o como exemplo do quanto a medicina do sono ainda tem para descobrir. H\u00e1 quadros inteiros que ainda n\u00e3o foram descobertos e que precisam de investiga\u00e7\u00e3o, de assist\u00eancia e de tratamento assistencial. Em rela\u00e7\u00e3o ao pa\u00eds de destaque, como em todas as inst\u00e2ncias, o pa\u00eds que dita o ritmo para o resto do mundo \u00e9 os Estados Unidos, \u00e9 um tema que depende da quantidade de recursos dedicados a ele e a quantidade de recursos dedicados \u00e0 investiga\u00e7\u00e3o; na Europa tem se desenvolvido muito a medicina do sono particularmente na Alemanha, e, a uma certa dist\u00e2ncia, seguem os grandes pa\u00edses europeus: Fran\u00e7a, Espanha, It\u00e1lia, mas como um todo, na Europa ocidental, a \u00e1rea da medicina do sono est\u00e1 em constante progresso.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Os transtornos de movimento s\u00e3o uma das principais refer\u00eancias durante o sono. Que tipo de dist\u00farbio afeta mais a popula\u00e7\u00e3o mundial? Existem diferen\u00e7as significativas entre os continentes?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Claramente, dentro do amplo campo de transtornos de movimento durante o sono, o mais frequente de todos eles, o mais importante epidemiologicamente, o mais importante no que se refere a consequ\u00eancias para a sa\u00fade, \u00e9 a S\u00edndrome das Pernas Inquietas (SPI). Sim, existem v\u00e1rias diferen\u00e7as entre uns continentes e outros, mas estas dependem de caracter\u00edsticas \u00e9tnicas.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre a popula\u00e7\u00e3o branca, a S\u00edndrome das Pernas Inquietas pode chegar a afetar at\u00e9 5 ou 7% da popula\u00e7\u00e3o adulta; em outras zonas da Europa, pode chegar a acometer 3% da popula\u00e7\u00e3o adulta, o que s\u00e3o porcentagens muito elevadas. No entanto, em popula\u00e7\u00f5es de ra\u00e7a n\u00e3o-branca a frequ\u00eancia diminui claramente. Sabemos que, no Jap\u00e3o, a preval\u00eancia da doen\u00e7a fica entre 1 e 4% da popula\u00e7\u00e3o. H\u00e1 mais estudos que assinalam que se aproxima mais de 1% do que de 4%, e na popula\u00e7\u00e3o de ra\u00e7a negra o quadro de pernas inquietas \u00e9 ainda menos frequente, quer dizer, h\u00e1 um elemento racial \u00e9tnico provavelmente ligado \u00e0 presen\u00e7a ou aus\u00eancia de determinados genes que s\u00e3o polimorfismos de risco, que aumentam a probabilidade de apari\u00e7\u00e3o deste quadro.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Especificamente sobre a S\u00edndrome das Pernas Inquietas, tema este no qual voc\u00ea se especializou, em que momento o paciente deve procurar um m\u00e9dico e como se faz o diagn\u00f3stico?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Hoje, o diagn\u00f3stico \u00e9 cl\u00ednico. Este tema \u00e9 um no qual se decidiu que fosse assim; claro que existem grandes d\u00favidas sobre se o diagn\u00f3stico cl\u00ednico \u00e9 o suficiente, mas o consenso \u00e9 que o diagn\u00f3stico deve ser feito de maneira cl\u00ednica e que os testes do laborat\u00f3rio de sono devem ser feitos somente nos casos que ofere\u00e7am d\u00favidas de diagn\u00f3stico; agora, sim, \u00e9 poss\u00edvel que isso mude no futuro. Baseado no que acabei de dizer, recomenda-se que o paciente busque aux\u00edlio m\u00e9dico sempre que a presen\u00e7a deste quadro lhe altere o sono noturno ou diminu\u00eda sua qualidade de vida, impedindo-o de viajar, ir ao cinema, ir ao teatro, quer dizer, que lhe impe\u00e7a de estar em situa\u00e7\u00f5es e vig\u00edlia relaxada, mas este \u00e9 um crit\u00e9rio puramente cl\u00ednico. Tudo isso pode mudar. Cada vez temos mais informa\u00e7\u00f5es de que a s\u00edndrome das pernas inquietas \u00e9 um fator de risco cardiovascular, h\u00e1 v\u00e1rios estudos prospectivos que est\u00e3o examinando mais detidamente esta quest\u00e3o, mas \u00e9 perfeitamente poss\u00edvel que, no futuro, no momento em que essa rela\u00e7\u00e3o esteja suficientemente estabelecida, desloquemos o momento de consulta ao m\u00e9dico, o situemos em outro lugar, quer dizer, \u00e9 poss\u00edvel que, a partir de determinado n\u00famero de movimentos peri\u00f3dicos das pernas durante o sono ou durante a vig\u00edlia, tenhamos sintomas biol\u00f3gicos que nos apontem o grau de severidade da doen\u00e7a de maneira mais adequada do que os crit\u00e9rios puramente cl\u00ednicos, e no dia em que cheguemos a esse ponto, pode ser que n\u00f3s n\u00e3o nos preocupemos tanto com a cl\u00ednica e que nos interesse mais esse tipo de sintoma biol\u00f3gico como o ponto a partir do qual come\u00e7ar um tratamento.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Quais s\u00e3o os estudos mais recentes e como evolu\u00edram nos \u00faltimos anos os tratamentos para a S\u00edndrome de Pernas Inquietas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Atualmente, existem v\u00e1rias linhas de pesquisa fundamental sobre a S\u00edndrome de Pernas Inquietas, uma delas se relaciona com a causa da s\u00edndrome das pernas inquietas, em que a liga\u00e7\u00e3o entre o armazenamento de ferro cerebral e o aparecimento da doen\u00e7a em si tem garantido um desenvolvimento importante e, de fato, tem aberto o caminho para uma das formas mais eficazes de tratamento nos \u00faltimos anos, que \u00e9 a administra\u00e7\u00e3o de ferro intravenoso como uma forma de encher diretamente estes dep\u00f3sitos de ferro no c\u00e9rebro que est\u00e3o deprimidos. Por outro lado, existe toda uma linha de pesquisa gen\u00e9tica. Recentemente foi publicado um artigo que eleva a 19 os polimorfismos de risco, isto \u00e9, estamos falando aqui de genes que, dependendo de qual das suas varia\u00e7\u00f5es aparece no gen\u00f3tipo, teremos mais ou menos risco de padecer da doen\u00e7a. A fun\u00e7\u00e3o desses genes \u00e9 pouco conhecida, dito de uma maneira um tanto geral. No entanto, vemos que alguns desses genes interv\u00eam no desenvolvimento embrion\u00e1rio do sistema nervoso central. A terceira linha diz respeito \u00e0 causa da doen\u00e7a. Sobre este tema n\u00f3s estamos trabalhando em conjunto com um centro dos Estados Unidos, os National Institutes of Health de Bethesda, e estamos trabalhando a fisiopatologia, que estava centrada sobretudo na dopamina, os mecanismos relacionados com a adenosina como reguladora, que em \u00faltima inst\u00e2ncia produz uma situa\u00e7\u00e3o de aumento da fun\u00e7\u00e3o do sistema glutamin\u00e9rgico e aumento do sistema dopamin\u00e9rgico. Isso abre uma nova vis\u00e3o da fisiopatologia da doen\u00e7a e, sobretudo, est\u00e1 come\u00e7ando a dar lugar \u00e0s primeiras op\u00e7\u00f5es terap\u00eauticas que n\u00e3o t\u00eam nada a ver com o \u00e1cido glutamato ou com a dopamina.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Em um mundo que funciona 24 horas, muitas pessoas trabalham \u00e0 noite e s\u00f3 podem dormir durante o dia. H\u00e1 algum preju\u00edzo nesse h\u00e1bito? O que voc\u00ea recomendaria para essas pessoas?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>O maior problema, de acordo com o estado atual do nosso conhecimento, n\u00e3o \u00e9 o fato de se dormir de dia. Isso n\u00e3o causa maiores preju\u00edzos desde que seja feito em condi\u00e7\u00f5es ambientais, de ru\u00eddo, de luminosidade, de falta de interrup\u00e7\u00f5es, similares \u00e0s da noite. Contudo, o que est\u00e1 acontecendo com maior frequ\u00eancia na sociedade moderna \u00e9 o turno rotat\u00f3rio, o fato de que alguns dias dormimos de dia, outros dias de noite. Essa varia\u00e7\u00e3o nos hor\u00e1rios \u00e9 a caracter\u00edstica mais nova. O corpo humano \u00e9 capaz de alterar os ritmos circadianos para se adaptar a um ritmo de vida em que se dorme de dia e se trabalha \u00e0 noite, mas sempre se mantendo constante. O problema \u00e9 que isso raramente ocorre e essa varia\u00e7\u00e3o no ritmo circadiano, de, digamos, dormir tr\u00eas dias pela manh\u00e3, tr\u00eas dias pela tarde, tr\u00eas noites, \u00e9 algo para o qual o sistema nervoso n\u00e3o est\u00e1 capacitado. A longo prazo, isso produz um aumento da morbidade, pelo menos da morbidade cardiovascular, que \u00e9 possivelmente o maior problema. A investiga\u00e7\u00e3o atual est\u00e1 de alguma forma dirigida a buscar formas de utiliza\u00e7\u00e3o da luminoterapia para influenciar esses ritmos circadianos enquanto o paciente realiza outras atividades, inclusive enquanto dorme. Assim, investigam-se outros tipos de espectros de frequ\u00eancia luminosa que possam ser aplicados inclusive ao trabalhador que realiza um trabalho noturno.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>\u201cO corpo humano \u00e9 capaz de alterar os ritmos circadianos para se adaptar a um ritmo de vida em que se dorme de dia e se trabalha \u00e0 noite, mas sempre se mantendo constante.\u201d<\/em><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-text-align-right\"><em>Dr. Garc\u00eda-Borreguero (neurologista, psiquiatra e especialista do sono)<\/em><\/p>\n\n\n\n<p><strong>Como voc\u00ea conheceu a Neurovirtual?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Eu conheci esta marca atrav\u00e9s do Dr. Thomas Penzel, que \u00e9 um amigo, colega e eminente m\u00e9dico em medicina do sono na Alemanha. Ele me colocou em contato com esta marca e com o pessoal dessa empresa. Naquela \u00e9poca, eu tinha necessidade de renovar um dos meus equipamentos. Atualmente, j\u00e1 temos tr\u00eas equipamentos da Neurovirtual. Fomos os primeiros na Espanha a adquiri-los e, possivelmente, est\u00e1vamos entre os primeiros na Europa. Ent\u00e3o, chamou a minha aten\u00e7\u00e3o duas coisas fundamentais: o software \u00e9 extremamente f\u00e1cil de usar, flex\u00edvel e robusto. Robusto no sentido de que ele d\u00e1 muito poucas falhas, essa caracter\u00edstica eu j\u00e1 defini nesses tr\u00eas termos, \u00e9 tremendamente flex\u00edvel e s\u00f3lida. O segundo elemento que \u00e9 essencial para mim \u00e9 o servi\u00e7o t\u00e9cnico. Uma marca pode oferecer excelentes produtos, mas se o servi\u00e7o n\u00e3o \u00e9 suficientemente eficaz, teremos problemas mais cedo ou mais tarde. No caso da Neurovirtual, existe um servi\u00e7o 24 horas em l\u00edngua castelhana, o que para o pessoal do meu laborat\u00f3rio \u00e9 uma grande vantagem e, de fato, at\u00e9 nos beneficiamos muito da diferen\u00e7a de hor\u00e1rio entre Espanha e Am\u00e9rica Latina, porque isso nos permite trabalhar em hor\u00e1rios nos quais os estudos de sono na Espanha se realizam, enquanto o pessoal est\u00e1 a\u00ed atendendo pela tarde. O servi\u00e7o t\u00e9cnico da Neurovirtual \u00e9 provavelmente o melhor que eu vi at\u00e9 agora, o mais r\u00e1pido. Trabalham enviando pe\u00e7as, dando solu\u00e7\u00f5es online quase ao minuto e, realmente, o tempo que levamos com eles nos convenceu. O Instituto do Sono est\u00e1 agora em um processo de expans\u00e3o. Vamos abrir em breve um novo centro de sono em Bilbao e vamos come\u00e7ar as atividades em um novo centro em Santiago do Chile. Em todos esses centros, contamos com a Neurovirtual de tal maneira que ser\u00e1 a nossa marca de refer\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Voc\u00ea recomendaria produtos da Neurovirtual a seus colegas na \u00e1rea de neurologia e medicina do sono?<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Claramente, a melhor recomenda\u00e7\u00e3o que posso fazer agora \u00e9 a que acabei de mencionar. Toda a expans\u00e3o que ter\u00e1 nosso centro ao longo de 2018 ser\u00e1 feita com base na Neurovirtual. A experi\u00eancia que tivemos em 2017 nos convenceu o suficiente para torn\u00e1-la, a partir de agora, a nossa marca de refer\u00eancia.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cDentro do amplo campo dos transtornos de movimento durante o sono, o mais frequente de todos, o mais importante no que se refere a consequ\u00eancias para a sa\u00fade, \u00e9 a S\u00edndrome das Pernas Inquietas&#8230;\u201d Sou neurologista, psiquiatra e especialista em sono. 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